BETTA O PEIXE DE BRIGA
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Web designe: Fernando e Rafael
Nome:
Betta Splendens
Origem: Tailândia
Comprimento: 6cm
pH ideal: 7.0 (neutro)
Temperatura ideal: 26ºC
Família: Anabantídeos
O betta que conhecemos hoje é muito diferente do que existe na natureza,
não se sabe exatamente desde quando é realizada sua reprodução em cativeiro,
sendo ainda mais difícil precisar quando
apareceram as primeiras mutações de nadadeiras largas e compridas (Isso mesmo,
o betta de hoje é uma mutação dos bettas selvagens).
Sabe-se que o betta
foi o segundo peixe, depois do Carassius Auratus, o peixe japonês, a ser
domesticado e criado em cativeiro, com dois propósitos: lutar e encantar os
olhos.
O primeiro propósito na
verdade foi a luta mesmo, e isto ocorre ainda hoje no sudeste asiático, onde
existem rinhas de bettas, como temos no Brasil rinhas para lutas de
galos-de-briga.
O betta é
encontrado na natureza em diversas espécies diferentes entre si, com características
próprias e modos diferenciados de reprodução, o betta splendens é
apenas uma das espécies e não se reproduz com os outros.
Muitas pessoas perguntam
por que este peixinho pode viver assim, sem oxigênio em um pequeno vidro. A
resposta está em um órgão em especial que o betta possui, que é chamado de labirinto
e que para facilitar a compreensão, podemos compará-lo a um pulmão (embora não
se pareça em nada com isso), pois sua função é retirar o oxigênio do ar. O
aparecimento desse órgão no peixe é que o classifica como sendo da família
dos anabantídeos e que possibilita o peixe a viver sem oxigenação na
água.
Hoje em dia encontramos
muita diversidade nas cores e formas das caudas dos bettas e isso é o
que faz com que as pessoas se apaixonem por este pequeno peixe. Dentre as
diversas cores podemos classificar como puras as seguintes: Vermelho, azul,
amarelo, verde esmeralda, azul-aço, amarelo-ocre, branco e negro (mais chamado
de preto). Como formas de caudas temos: Cauda em gota, cauda redonda, cauda
pente e cauda dupla